A edição de 26 de maio do jornal Valor Econômico (pág. B4) publicou uma reportagem grande, com chamada na capa, sobre a autogestão de saúde no Brasil. O texto fala das opções das empresas para reduzir gastos com planos de saúde sem perder a qualidade, escolhendo um modelo misto, que engloba a rede credenciada de operadoras de mercado e acrescenta médicos renomados e hospitais de primeira linha, como na autogestão.
A matéria mostra que apesar de servir de modelo para os novos planos adotados por empresas como Vivo, Santander e HSBC, a modalidade está estagnada há uma década. A presidente da Unidas, Iolanda Ramos, foi entrevistada e justificou essa estagnação falando sobre as obrigações legais impostas às autogestões pela lei 9.656/98 e regulamentações determinadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). "Temos que cumprir as mesmas regras das operadoras de planos de saúde que visam lucro, como provisões e impostos". Ela também defendeu a ampliação de cobertura de dependentes para familiares.